- Militância e mobilização de ruaR$ 883 mil99,2%
- Materiais impressosR$ 5 mil0,5%
- Materiais de expedienteR$ 1 mil0,1%
- Publicidade por adesivosR$ 720menos de 0,1%
- Outras 3 categoriasR$ 621menos de 0,1%
Delegada Adriana Accorsi (PT) foi eleita deputada federal por Goiás em 2026, com 177.103 votos, pelo resultado oficial do TSE. Delegada Adriana Accorsi (Adriana Sauthier Accorsi) disputou 7 eleições entre 2014 e 2026, para deputada federal, prefeita e deputada estadual. Ela foi eleita 4 vezes: deputada federal em 2026 e 2022; deputada estadual em 2018 e 2014. A maior votação foi em 2026, para deputada federal por GO: 177.103 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 106,1 milhões empenhados em 64 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 122 municípios; 83% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputada federal por GO, declarou R$ 2,8 milhões em receitas: R$ 2,8 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 890 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 883 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e materiais de expediente (R$ 1 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 5,5 milhões em 2024 (54% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 1,1 milhão em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Adriana Sauthier Accorsi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Delegada Adriana Accorsi declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputada estadual por Goiás em 2014 e 2018, prefeita em Goiânia (GO) em 2016, 2020 e 2024, e deputada federal por Goiás em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,8 milhões em receitas: R$ 2,8 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 890 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 883 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil); R$ 7 mil já foram pagos. Em 2024, 54% dos R$ 5,5 milhões em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2022, R$ 1,1 milhão em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Delegada Adriana Accorsi teve R$ 106,1 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 64 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 122 municípios. Já foram pagos R$ 88 milhões (83%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (58%). As cidades que mais receberam foram Goiânia, Aparecida de Goiânia e Planaltina.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 32,2 milhões | R$ 27,2 milhões | 85% | 19 | 45 |
| 2025 | R$ 38,4 milhões | R$ 30,7 milhões | 80% | 23 | 65 |
| 2024 | R$ 33,9 milhões | R$ 28,7 milhões | 84% | 21 | 50 |
| Total | R$ 104,5 milhões | R$ 86,6 milhões | 83% | 63 | 122 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.