- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,4 milhão27,6%
- Serviços advocatíciosR$ 1,3 milhão24,0%
- Serviços de terceirosR$ 876 mil16,8%
- Materiais impressosR$ 645 mil12,4%
- Outras 15 categoriasR$ 998 mil19,2%
Lorenzo Pazolini (REPUBLICANOS) foi ao 2º turno da eleição para governador do Espírito Santo em 2026, com 1.048.633 votos no 1º turno, pelo resultado oficial do TSE. O 2º turno é em 25 de outubro de 2026. Lorenzo Pazolini (Lorenzo Silva de Pazolini) disputou 4 eleições entre 2018 e 2026, para governador, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Vitória em 2024 e 2020; deputado estadual em 2018. A maior votação foi em 2026, para governador por ES: 1.048.633 votos. Na campanha de 2026 para governador por ES, declarou R$ 5,6 milhões em receitas: R$ 3,3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2,2 milhões do Fundo Partidário, R$ 80 mil de outras campanhas e R$ 122 mil de doações privadas (42 doadores). Os gastos contratados somam R$ 5,2 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,4 milhão), serviços advocatícios (R$ 1,3 milhão) e serviços de terceiros (R$ 876 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 3,8 milhões em 2024 e R$ 2,5 milhões em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Lorenzo Silva de Pazolini em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Lorenzo Pazolini declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Espírito Santo em 2018, prefeito em Vitória (ES) em 2020 e 2024, e governador por Espírito Santo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 5,6 milhões em receitas: R$ 3,3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2,2 milhões do Fundo Partidário, R$ 80 mil de outras campanhas e R$ 122 mil de doações privadas (42 doadores). Os gastos contratados somam R$ 5,2 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,4 milhão) e serviços advocatícios (R$ 1,3 milhão); R$ 4,4 milhões já foram pagos. Em 2024, R$ 3,8 milhões em gastos; em 2020, 53% dos R$ 2,5 milhões em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.