Rodney Miranda (PRTB) teve 15.698 votos para senador pelo Espírito Santo em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Rodney Miranda (Rodney Rocha Miranda) disputou 6 eleições entre 2010 e 2026, para senador, deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Vila Velha em 2012; deputado estadual em 2010. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Vila Velha/ES: 121.945 votos. Na campanha de 2026 para senador por ES, declarou R$ 515 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 68 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 30 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 12 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 761 mil em 2022 (46% com militância e mobilização de rua) e R$ 960 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
15.698 votos em 2026 · 6 eleições
A votação de Rodney Rocha Miranda em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 515 mil em receitas · R$ 68 mil em gastos contratados
Rodney Miranda declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Espírito Santo em 2010, prefeito em Vila Velha (ES) em 2012 e 2016, deputado federal por Espírito Santo em 2018, deputado federal por Goiás em 2022, e senador por Espírito Santo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 515 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 68 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 30 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil); R$ 68 mil já foram pagos. Em 2022, 46% dos R$ 761 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2018, R$ 960 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Receitas em 2026R$ 515 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 68 milcontratados, parcial; R$ 68 mil pagos
Gastos em 2022R$ 761 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 47% · pessoas 6% · empresas 41% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 297 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 142 mil47,8%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 35 mil11,7%
Cessão ou locação de veículosR$ 21 mil7,1%
Publicidade por jornais e revistasR$ 17 mil5,8%
Outras 13 categoriasinclui R$ 100 lançados como "diversas a especificar"R$ 82 mil27,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.