- Serviços de terceirosR$ 819 mil87,8%
- Serviços advocatíciosR$ 50 mil5,4%
- Eventos de promoção da candidaturaR$ 32 mil3,4%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 12 mil1,3%
- Outras 4 categoriasinclui R$ 590 lançados como "diversas a especificar"R$ 19 mil2,1%
Professor Rafael Parente (PDT) teve 3.882 votos para deputado federal pelo Distrito Federal em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Professor Rafael Parente (Rafael de Carvalho Pullen Parente) disputou 2 eleições entre 2022 e 2026, para deputado federal e governador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2026 para deputado federal por DF, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1,5 milhão do Fundo Partidário e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 932 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 819 mil), serviços advocatícios (R$ 50 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 32 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2022, já encerrada, gastou R$ 1,4 milhão, 66% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
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Professor Rafael Parente declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: governador por Distrito Federal em 2022, e deputado federal por Distrito Federal em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1,5 milhão do Fundo Partidário e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 932 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 819 mil) e serviços advocatícios (R$ 50 mil); R$ 328 mil já foram pagos. Em 2022, 66% dos R$ 1,4 milhão em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.