- Militância e mobilização de ruaR$ 96 mil63,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 40 mil26,5%
- Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil4,7%
- Outras 1 categoriainclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 8 mil5,0%
Luís Miranda (DEMOCRATA) teve 3.610 votos para deputado distrital do Distrito Federal em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Luís Miranda (Luis Claudio Fernandes Miranda) disputou 3 eleições entre 2018 e 2026, para deputado distrital e deputado federal. Ele foi eleito 1 vez: deputado federal em 2018. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por DF: 65.107 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 80,5 milhões empenhados em 29 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023, para 5 municípios; 89% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado distrital por DF, declarou R$ 529 mil em receitas: R$ 402 mil de doações privadas (27 doadores) e R$ 127 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 151 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 96 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 40 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 7 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,3 milhões em 2022 e R$ 519 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Luis Claudio Fernandes Miranda em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Luís Miranda declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Distrito Federal em 2018, deputado federal por São Paulo em 2022, e deputado distrital por Distrito Federal em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 529 mil em receitas: R$ 402 mil de doações privadas (27 doadores) e R$ 127 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 151 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 96 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 40 mil); R$ 30 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 2,3 milhões em gastos contratados; em 2018, R$ 519 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Luís Miranda teve R$ 80,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 29 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 5 municípios. Já foram pagos R$ 72 milhões (89%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (52%). As cidades que mais receberam foram Salvador, Rio de Janeiro e Ituberá.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 21,9 milhões | R$ 18,2 milhões | 83% | 2 | 4 |
| 2022 | R$ 14,8 milhões | R$ 14,7 milhões | 99% | 6 | 1 |
| 2021 | R$ 8,6 milhões | R$ 8,6 milhões | 100% | 3 | 0 |
| 2020 | R$ 13,2 milhões | R$ 9,4 milhões | 71% | 6 | 0 |
| Total | R$ 58,5 milhões | R$ 51 milhões | 87% | 17 | 5 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.