Dr. Gutemberg (DC) teve 6.141 votos para deputado distrital do Distrito Federal em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Dr. Gutemberg (Marcos Gutemberg Fialho da Costa) disputou 4 eleições entre 2014 e 2026, para deputado distrital. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado distrital por DF: 13.373 votos. Na campanha de 2026 para deputado distrital por DF, declarou R$ 230 mil em receitas: R$ 190 mil de doações privadas (39 doadores) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 114 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 48 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 29 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 16 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 277 mil em 2022 e R$ 585 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
6.141 votos em 2026 · 4 eleições
A votação de Marcos Gutemberg Fialho da Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 230 mil em receitas · R$ 114 mil em gastos contratados
Dr. Gutemberg declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado distrital por Distrito Federal em 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 230 mil em receitas: R$ 190 mil de doações privadas (39 doadores) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 114 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 48 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 29 mil); R$ 107 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 277 mil em gastos; em 2018, 52% dos R$ 585 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Receitas em 2026R$ 230 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 114 milcontratados, parcial; R$ 107 mil pagos
Gastos em 2022R$ 277 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 2% · pessoas 26% · empresas 70% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 206 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 55 mil26,7%
Materiais impressosR$ 33 mil15,8%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 25 mil11,9%
Locação/cessão de bens móveisR$ 22 mil10,9%
Outras 11 categoriasinclui R$ 13 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 71 mil34,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.