- Serviços de terceirosR$ 29 mil29,2%
- Materiais impressosR$ 28 mil28,0%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 11 mil11,2%
- Militância e mobilização de ruaR$ 9 mil9,1%
- Outras 6 categoriasR$ 22 mil22,6%
Keka Bagno (PSOL) foi eleita deputada distrital do Distrito Federal em 2026, com 40.569 votos, pelo resultado oficial do TSE. Keka Bagno (Clementina Araújo Bagno da Silva) disputou 3 eleições entre 2018 e 2026, para deputada distrital, governadora e vice-governadora. Ela foi eleita 1 vez: deputada distrital em 2026. A maior votação foi em 2026, para deputada distrital por DF: 40.569 votos. Na campanha de 2026 para deputada distrital por DF, declarou R$ 337 mil em receitas: R$ 239 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 60 mil do Fundo Partidário, R$ 23 mil de outras campanhas e R$ 14 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 99 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 29 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 28 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 11 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2022, já encerrada, gastou R$ 533 mil, 56% com serviços de terceiros.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Clementina Araújo Bagno da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Keka Bagno declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: governadora por Distrito Federal em 2022, e deputada distrital por Distrito Federal em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 337 mil em receitas: R$ 239 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 60 mil do Fundo Partidário, R$ 23 mil de outras campanhas e R$ 14 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 99 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 29 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 28 mil); R$ 87 mil já foram pagos. Em 2022, 56% dos R$ 533 mil em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.