- Serviços de terceirosR$ 1,7 milhão69,0%
- Cessão ou locação de veículosR$ 480 mil19,8%
- Publicidade por adesivosR$ 85 mil3,5%
- Materiais impressosR$ 75 mil3,1%
- Outras 9 categoriasR$ 109 mil4,5%
Arthur Maia (UNIÃO) ficou como suplente de deputado federal pela Bahia em 2026, com 103.336 votos, pelo resultado oficial do TSE. Arthur Maia (Arthur de Oliveira Maia da Silva) disputou 10 eleições entre 1998 e 2026, para deputado federal, deputado estadual, vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 8 vezes: deputado federal em 2022, 2018, 2014 e 2010; deputado estadual em 2006, 2002 e 1998; vice-prefeito de Bom Jesus da Lapa em 2004. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por BA: 108.672 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por BA, declarou R$ 2,9 milhões em receitas: R$ 2,9 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil do Fundo Partidário, R$ 30 mil de outros recursos do partido e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2,4 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1,7 milhão), cessão ou locação de veículos (R$ 480 mil) e publicidade por adesivos (R$ 85 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3,2 milhões em 2022 (48% com militância e mobilização de rua) e R$ 1,5 milhão em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Arthur de Oliveira Maia da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Arthur Maia declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2006, e deputado federal por Bahia em 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,9 milhões em receitas: R$ 2,9 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil do Fundo Partidário, R$ 30 mil de outros recursos do partido e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2,4 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1,7 milhão) e cessão ou locação de veículos (R$ 480 mil); R$ 980 mil já foram pagos. Em 2022, 48% dos R$ 3,2 milhões em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2018, 54% dos R$ 1,5 milhão em gastos contratados foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.