- Publicidade por adesivosR$ 643 mil32,5%
- Serviços de terceirosR$ 445 mil22,5%
- Cessão ou locação de veículosR$ 237 mil12,0%
- Locação de imóveisR$ 184 mil9,3%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 964 lançados como "diversas a especificar"R$ 471 mil23,8%
Dal Barreto (UNIÃO) foi eleito deputado federal pela Bahia em 2026, com 122.667 votos, pelo resultado oficial do TSE. Dal Barreto (Adalberto Rosa Barreto) disputou 4 eleições entre 2008 e 2026, para deputado federal, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2026 e 2022; deputado estadual em 2018. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por BA: 140.435 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por BA, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 2,9 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil do Fundo Partidário e R$ 105 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 643 mil), serviços de terceiros (R$ 445 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 237 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 2,9 milhões em 2022 e R$ 360 mil em 2018.
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A votação de Adalberto Rosa Barreto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dal Barreto declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Amargosa (BA) em 2008, deputado estadual por Bahia em 2018, e deputado federal por Bahia em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 2,9 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil do Fundo Partidário e R$ 105 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 643 mil) e serviços de terceiros (R$ 445 mil); R$ 1,4 milhão já foram pagos. Em 2022, R$ 2,9 milhões em gastos; em 2018, R$ 360 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.