- Militância e mobilização de ruaR$ 20 mil27,0%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 15 mil20,2%
- Materiais impressosR$ 15 mil19,7%
- Serviços de terceirosR$ 8 mil10,2%
- Outras 4 categoriasR$ 17 mil22,9%
Gel Rio do Sul (PODE) teve 434 votos para deputado federal pela Bahia em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Gel Rio do Sul (Jefferson de Oliveira Souza) disputou 4 eleições entre 2012 e 2026, para deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por BA: 434 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por BA, declarou R$ 84 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 74 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 20 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 15 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 40 em 2016 (100% com serviços de terceiros) e R$ 730 em 2012.
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A votação de Jefferson de Oliveira Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Gel Rio do Sul declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Santa Cruz Cabrália (BA) em 2012, 2016 e 2020, e deputado federal por Bahia em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 84 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 74 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 20 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 15 mil); R$ 74 mil já foram pagos. Em 2016, 100% dos R$ 40 em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2012, 96% dos R$ 730 em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.