- Serviços de terceirosR$ 225 mil47,4%
- Militância e mobilização de ruaR$ 64 mil13,5%
- Serviços advocatíciosR$ 50 mil10,5%
- Materiais impressosR$ 46 mil9,7%
- Outras 6 categoriasR$ 90 mil18,9%
Duda de Alan Sanches (PSDB) ficou como suplente de deputado federal pela Bahia em 2026, com 57.947 votos, pelo resultado oficial do TSE. Duda de Alan Sanches (Eduardo Henrique Brito dos Santos Sanches) disputou 5 eleições entre 2012 e 2026, para deputado federal e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Salvador em 2024, 2020, 2016 e 2012. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por BA: 57.947 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por BA, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 431 do Fundo Partidário, R$ 500 mil de outros recursos do partido, R$ 152 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 475 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 225 mil), militância e mobilização de rua (R$ 64 mil) e serviços advocatícios (R$ 50 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 560 mil em 2024 (53% com serviços de terceiros) e R$ 134 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Eduardo Henrique Brito dos Santos Sanches em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Duda de Alan Sanches declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Salvador (BA) em 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputado federal por Bahia em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 431 do Fundo Partidário, R$ 500 mil de outros recursos do partido, R$ 152 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 475 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 225 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 64 mil); R$ 215 mil já foram pagos. Em 2024, 53% dos R$ 560 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2020, 43% dos R$ 134 mil em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.