- PessoalR$ 441 mil23,8%
- Publicidade por carros de somR$ 360 mil19,4%
- Publicidade por adesivosR$ 250 mil13,5%
- Militância e mobilização de ruaR$ 188 mil10,1%
- Outras 13 categoriasinclui R$ 14 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 617 mil33,3%
Paulo Cezar (PDT) ficou como suplente de deputado federal pela Bahia em 2026, com 21.306 votos, pelo resultado oficial do TSE. Paulo Cezar (Paulo Cezar Simões Silva) disputou 13 eleições entre 1994 e 2026, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Alagoinhas em 2012 e 2008; deputado estadual em 2002 e 1998. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Alagoinhas/BA: 46.260 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por BA, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1,5 milhão do Fundo Partidário e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,9 milhão, principalmente com pessoal (R$ 441 mil), publicidade por carros de som (R$ 360 mil) e publicidade por adesivos (R$ 250 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,2 milhão em 2024 e R$ 100 mil em 2022.
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A votação de Paulo Cezar Simões Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Paulo Cezar declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2006, 2018 e 2022, prefeito em Alagoinhas (BA) em 2008, 2012, 2020 e 2024, e deputado federal por Bahia em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1,5 milhão do Fundo Partidário e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,9 milhão, principalmente com pessoal (R$ 441 mil) e publicidade por carros de som (R$ 360 mil); R$ 1,4 milhão já foram pagos. Em 2024, R$ 1,2 milhão em gastos contratados; em 2022, R$ 100 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.