Governador do Amazonas · 1º turno
99,93% das urnas do Amazonas apuradas às 22h00 (TSE)
36.174 votos (1,75% dos válidos)
5º lugar até agora, entre 7 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Cabo Daciolo (Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos) disputou 5 eleições entre 2006 e 2022, para senador, presidente, deputado federal, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado federal em 2014. A maior votação foi em 2018, para presidente: 1.348.323 votos. Em 2026, concorre a governador por AM pelo MOBILIZA. No Senado Federal, teve R$ 42,7 milhões empenhados em 66 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 116 municípios; 89% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para governador por AM, declarou R$ 10 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 744 mil em 2022 e R$ 10 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Cabo Daciolo declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006, vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2008, deputado federal por Rio de Janeiro em 2014, presidente em 2018, senador por Rio de Janeiro em 2022, e governador por Amazonas em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 10 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Em 2022, R$ 744 mil em gastos; em 2018, 59% dos R$ 10 mil em gastos foram com cessão ou locação de veículos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Cabo Daciolo teve R$ 42,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 66 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 116 municípios. Já foram pagos R$ 38,1 milhões (89%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (55%). As cidades que mais receberam foram Rio de Janeiro, São Paulo e Itajaí.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 10,5 milhões | R$ 9,3 milhões | 89% | 21 | 70 |
| 2018 | R$ 12,4 milhões | R$ 10,8 milhões | 87% | 16 | 23 |
| 2017 | R$ 11,4 milhões | R$ 11,1 milhões | 97% | 14 | 46 |
| 2016 | R$ 7,3 milhões | R$ 5,6 milhões | 78% | 14 | 42 |
| Total | R$ 41,5 milhões | R$ 36,9 milhões | 89% | 65 | 116 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.