Maria do Carmo Seffair Lins de Albuquerque

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Maria do Carmo Seffair Lins de Albuquerque
3 eleições entre 2022 e 2026 · último partido PL
67 anos em 2026 · Feminino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE
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Professora Maria do Carmo (PL) foi ao 2º turno da eleição para governadora do Amazonas em 2026, com 507.335 votos no 1º turno, pelo resultado oficial do TSE. O 2º turno é em 25 de outubro de 2026. Professora Maria do Carmo (Maria do Carmo Seffair Lins de Albuquerque) disputou 3 eleições entre 2022 e 2026, para governadora, vice-prefeita e 1º suplente. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2026 para governadora por AM, declarou R$ 4,5 milhões em receitas: R$ 4,5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6,1 milhões, principalmente com serviços advocatícios (R$ 1,3 milhão), serviços de terceiros (R$ 1 milhão) e pesquisas ou testes eleitorais (R$ 874 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.

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Evolução da votação nas eleições

507.335 votos em 2026 · 3 eleições

A votação de Maria do Carmo Seffair Lins de Albuquerque em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

SenadorPrefeitoGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 4,5 milhões em receitas · R$ 6,1 milhões em gastos contratados

Professora Maria do Carmo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: governadora por Amazonas em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 4,5 milhões em receitas: R$ 4,5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6,1 milhões, principalmente com serviços advocatícios (R$ 1,3 milhão) e serviços de terceiros (R$ 1 milhão); R$ 4 milhões já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 4,5 milhõesparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 6,1 milhõescontratados, parcial; R$ 4 milhões pagos
Campanhas12026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Recursos próprios
2026parcialGovernadora, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4,5 milhões
sem doações de pessoas
FEFC 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 6,1 milhões
pago até agora: R$ 4 milhões (66%)
  • Serviços advocatíciosR$ 1,3 milhão21,1%
  • Serviços de terceirosR$ 1 milhão16,9%
  • Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 874 mil14,4%
  • Materiais impressosR$ 659 mil10,9%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 33 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 2,2 milhões36,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892