- Militância e mobilização de ruaR$ 597 mil32,1%
- PessoalR$ 370 mil19,9%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 255 mil13,7%
- Materiais impressosR$ 229 mil12,3%
- Outras 11 categoriasR$ 408 mil22,0%
Deputado Federal pelo Amazonas · 1º turno
100,00% das urnas do Amazonas apuradas às 00h58 (TSE)
59.271 votos (2,80% dos válidos)
12º lugar até agora, entre 136 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Alfredo Nascimento (Alfredo Pereira do Nascimento) disputou 9 eleições entre 1994 e 2022, para deputado federal, prefeito, senador, governador e vice-governador. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2014; senador em 2006; prefeito de Manaus em 2000 e 1996; vice-governador em 1994. A maior votação foi em 2006, para senador por AM: 629.606 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por AM pelo PL. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 47,5 milhões empenhados em 48 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 24 municípios; 87% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por AM, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil do Fundo Partidário, R$ 995 de outras campanhas, R$ 14 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,9 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 597 mil), pessoal (R$ 370 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 255 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,7 milhão em 2022 (46% com militância e mobilização de rua) e R$ 6 milhões em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Alfredo Pereira do Nascimento em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Alfredo Nascimento declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: senador por Amazonas em 2006 e 2018, governador por Amazonas em 2010, deputado federal por Amazonas em 2014, 2022 e 2026, e prefeito em Manaus (AM) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil do Fundo Partidário, R$ 995 de outras campanhas, R$ 14 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,9 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 597 mil) e pessoal (R$ 370 mil); R$ 576 mil já foram pagos. Em 2022, 46% dos R$ 1,7 milhão em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2020, R$ 6 milhões em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Alfredo Nascimento teve R$ 47,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 48 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 24 municípios. Já foram pagos R$ 41,1 milhões (87%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (53%). As cidades que mais receberam foram Parintins, Tefé e Manacapuru.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 14,5 milhões | R$ 14,2 milhões | 98% | 24 | 12 |
| 2018 | R$ 14 milhões | R$ 12,3 milhões | 88% | 8 | 7 |
| 2017 | R$ 11,9 milhões | R$ 10,4 milhões | 88% | 11 | 7 |
| 2016 | R$ 7,1 milhões | R$ 5 milhões | 70% | 5 | 9 |
| Total | R$ 47,4 milhões | R$ 41,8 milhões | 88% | 48 | 24 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.