Teka do Jory (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputada estadual pelo Amapá em 2026, com 7.977 votos, pelo resultado oficial do TSE. Teka do Jory (Aldicleia Lira Góes) disputou 3 eleições entre 2012 e 2026, para deputada estadual, deputada federal e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputada estadual por AP: 7.977 votos. Na campanha de 2014 para deputada federal por AP, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 4 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil).
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Evolução da votação nas eleições
7.977 votos em 2026 · 3 eleições
A votação de Aldicleia Lira Góes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 9 mil em receitas · R$ 9 mil em gastos contratados
Teka do Jory declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada federal por Amapá em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 4 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil).
Fundo Partidário 22% · partido e outras campanhas 43% · próprios 35%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil35,0%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil29,2%
Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil11,7%
Materiais impressosR$ 1401,6%
Outras 1 categoriainclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil22,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.