Jorge Emanoel Amanajas Cardoso

Foto de Jorge Emanoel Amanajas Cardoso
Jorge Emanoel Amanajas Cardoso
8 eleições entre 1998 e 2026 · último partido UNIÃO
60 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Engenheiro
redes informadas ao TSE
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Jorge Amanajas (UNIÃO) foi eleito deputado estadual pelo Amapá em 2026, com 8.078 votos, pelo resultado oficial do TSE. Jorge Amanajas (Jorge Emanoel Amanajás Cardoso) disputou 8 eleições entre 1998 e 2026, para deputado estadual, senador, governador e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2026, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2010, para governador por AP: 93.695 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AP, declarou R$ 827 mil em receitas: R$ 773 mil do Fundo Partidário e R$ 54 mil de doações privadas (11 doadores). Os gastos contratados somam R$ 78 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 68 mil), locação de imóveis (R$ 6 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 2 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 457 mil em 2022 e R$ 264 mil em 2018.

Deputado Estadual · 2026
8.078
votos · AP
ELEITO
Mandato até 2030
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

8.078 votos em 2026 (eleito) · 8 eleições

A votação de Jorge Emanoel Amanajas Cardoso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualGovernador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 827 mil em receitas · R$ 78 mil em gastos contratados

Jorge Amanajas declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: governador por Amapá em 2010 e 2014, senador por Amapá em 2018, e deputado estadual por Amapá em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 827 mil em receitas: R$ 773 mil do Fundo Partidário e R$ 54 mil de doações privadas (11 doadores). Os gastos contratados somam R$ 78 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 68 mil) e locação de imóveis (R$ 6 mil); R$ 31 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 457 mil em gastos; em 2018, 49% dos R$ 264 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 827 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 78 milcontratados, parcial; R$ 31 mil pagos
Gastos em 2022R$ 457 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2010 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 827 mil
11 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 94% · pessoas 6%
Gasto contratado
R$ 78 mil
pago até agora: R$ 31 mil (40%)
  • Materiais impressosR$ 68 mil88,0%
  • Locação de imóveisR$ 6 mil7,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil2,9%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil1,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 14menos de 0,1%
2022Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 483 mil
13 doadores pessoas físicas
FEFC 93% · Fundo Partidário 2% · pessoas 5%
Gasto contratado
R$ 457 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 164 mil35,7%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 95 mil20,8%
  • Serviços advocatíciosR$ 45 mil9,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 44 mil9,5%
  • Outras 9 categoriasR$ 110 mil24,1%
2018Senador, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 298 mil
29 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 50% · partido e outras campanhas 2% · pessoas 14% · próprios 34%
Gasto contratado
R$ 264 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 129 mil48,9%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 58 mil22,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 40 mil15,2%
  • Serviços de terceirosR$ 21 mil7,8%
  • Outras 5 categoriasR$ 16 mil6,1%
Ver as 2 campanhas anteriores
2014Governador, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 452 mil
66 doadores pessoas físicas
pessoas 59% · empresas 41%
Gasto contratado
R$ 452 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 189 mil41,8%
  • Materiais impressosR$ 76 mil16,9%
  • Serviços de terceirosR$ 48 mil10,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 46 mil10,1%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 93 mil20,6%
2010Governador, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,8 milhão
319 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 61% · pessoas 39%
Gasto contratado
R$ 1,8 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 1,8 milhão100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 1998, 2002 e 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892