Gian do Nae (PL) ficou como suplente de deputado estadual pelo Amapá em 2026, com 2.550 votos, pelo resultado oficial do TSE. Gian do Nae (Giancarlo Darlã Pinon Nery) disputou 9 eleições entre 2000 e 2026, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Macapá em 2020, 2016, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2016, para vereador em Macapá/AP: 3.775 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AP, declarou R$ 44 mil em receitas: R$ 40 mil de outras campanhas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 22 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 17 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 5 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 28 mil em 2024 (71% com publicidade por adesivos) e R$ 54 mil em 2020.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
2.550 votos em 2026 · 9 eleições
A votação de Giancarlo Darlan Pinon Nery em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 44 mil em receitas · R$ 22 mil em gastos contratados
Gian do Nae declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Macapá (AP) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Amapá em 2010 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 44 mil em receitas: R$ 40 mil de outras campanhas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 22 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 17 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 5 mil); R$ 0 já foram pagos. Em 2024, 71% dos R$ 28 mil em gastos foram com publicidade por adesivos; em 2020, 93% dos R$ 54 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Receitas em 2026R$ 44 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 22 milcontratados, parcial; R$ 0 pagos
Gastos em 2024R$ 28 milcampanha encerrada; tudo pago
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil7,9%
Publicidade por carros de somR$ 5 mil6,7%
Outras 4 categoriasinclui R$ 20 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 25 mil37,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000SUPLENTE1.550LMacapá, Amapá · 32 anos · Ensino médio completo · PFL · nº 25611 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PMDB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.