Pastor Oliveira (PDT) ficou como suplente de deputado estadual pelo Amapá em 2026, com 6.368 votos, pelo resultado oficial do TSE. Pastor Oliveira (Carlos Antônio Oliveira Santos) disputou 10 eleições entre 2000 e 2026, para deputado estadual, vereador e deputado federal. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2022, 2018 e 2014; vereador de Macapá em 2004. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por AP: 6.897 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AP, declarou R$ 246 mil em receitas: R$ 60 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 152 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 27 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 198 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 107 mil), locação de imóveis (R$ 33 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 20 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 207 mil em 2022 e R$ 240 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
6.368 votos em 2026 · 10 eleições
A votação de Carlos Antonio Oliveira Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 246 mil em receitas · R$ 198 mil em gastos contratados
Pastor Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Macapá (AP) em 2008 e 2012, deputado federal por Amapá em 2010, e deputado estadual por Amapá em 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 246 mil em receitas: R$ 60 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 152 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 27 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 198 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 107 mil) e locação de imóveis (R$ 33 mil); R$ 88 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 207 mil em gastos; em 2018, 69% dos R$ 240 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Receitas em 2026R$ 246 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 198 milcontratados, parcial; R$ 88 mil pagos
Gastos em 2022R$ 207 milcampanha encerrada; tudo pago
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE2.205GAP · 32 anos · Ensino médio completo · PL · nº 22222 · ver resultado completo
Vereador · 2000SUPLENTE1.170LMacapá, Amapá · 30 anos · Ensino médio completo · Sacerdote Ou Membro de Ordens Ou Seitas Religiosas · PL · nº 22633 · ver resultado completo
Coligação: PL / PSD
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.