- Serviços de terceirosR$ 930 mil15,8%
- Materiais impressosR$ 566 mil9,6%
- Publicidade por adesivosR$ 549 mil9,3%
- PessoalR$ 535 mil9,1%
- Outras 18 categoriasR$ 3,3 milhões56,2%
Professora Dorinha (UNIÃO) foi ao 2º turno da eleição para governadora do Tocantins em 2026, com 386.260 votos no 1º turno, pelo resultado oficial do TSE. O 2º turno é em 25 de outubro de 2026. Professora Dorinha (Maria Auxiliadora Seabra Rezende) disputou 5 eleições entre 2010 e 2026, para governadora, senadora e deputada federal. Ela foi eleita 4 vezes: senadora em 2022; deputada federal em 2018, 2014 e 2010. A maior votação foi em 2022, para senadora por TO: 395.408 votos. Na campanha de 2026 para governadora por TO, declarou R$ 6,8 milhões em receitas: R$ 4,5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2,1 milhões do Fundo Partidário, R$ 14 mil de outras campanhas, R$ 160 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 33 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5,9 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 930 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 566 mil) e publicidade por adesivos (R$ 549 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3,3 milhões em 2022 e R$ 2,2 milhões em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Maria Auxiliadora Seabra Rezende em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Professora Dorinha declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputada federal por Tocantins em 2010, 2014 e 2018, senadora por Tocantins em 2022, e governadora por Tocantins em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 6,8 milhões em receitas: R$ 4,5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2,1 milhões do Fundo Partidário, R$ 14 mil de outras campanhas, R$ 160 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 33 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5,9 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 930 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 566 mil); R$ 5,5 milhões já foram pagos. Em 2022, R$ 3,3 milhões em gastos contratados; em 2018, R$ 2,2 milhões em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.