- Materiais impressosR$ 12 mil54,4%
- Serviços advocatíciosR$ 5 mil22,8%
- Serviços contábeisR$ 5 mil22,8%
Tony dos Ambulantes (PSDB) teve 310 votos para deputado federal por Sergipe em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Tony dos Ambulantes (Antonio Marcos Vieira Cruz) disputou 2 eleições entre 2016 e 2026, para deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2026 para deputado federal por SE, declarou R$ 30 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 22 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil), serviços advocatícios (R$ 5 mil) e serviços contábeis (R$ 5 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.
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Tony dos Ambulantes declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Sergipe em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 30 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 22 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e serviços advocatícios (R$ 5 mil); R$ 15 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.