Inaldo Luis da Silva

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Inaldo Luis da Silva
5 eleições entre 2012 e 2026 · último partido PT
57 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Administrador
redes informadas ao TSE
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Padre Inaldo (PT) ficou como suplente de deputado estadual por Sergipe em 2026, com 16.772 votos, pelo resultado oficial do TSE. Padre Inaldo (Inaldo Luis da Silva) disputou 5 eleições entre 2012 e 2026, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Nossa Senhora do Socorro em 2020 e 2016; deputado estadual em 2014. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Nossa Senhora do Socorro/SE: 35.190 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SE, declarou R$ 112 mil em receitas: R$ 110 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 288 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 98 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 87 mil) e serviços de terceiros (R$ 25 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 279 mil em 2020 e R$ 180 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

16.772 votos em 2026 · 5 eleições

A votação de Inaldo Luis da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 112 mil em receitas · R$ 288 mil em gastos contratados

Padre Inaldo declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Nossa Senhora do Socorro (SE) em 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Sergipe em 2014 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 112 mil em receitas: R$ 110 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 288 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 98 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 87 mil); R$ 67 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 279 mil em gastos; em 2016, R$ 180 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 112 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 288 milcontratados, parcial; R$ 67 mil pagos
Gastos em 2020R$ 279 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2012 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, SergipeVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 112 mil
doações de pessoas
FEFC 98% · pessoas 2%
Gasto contratado
R$ 288 mil
pago até agora: R$ 67 mil (23%)
  • Cessão ou locação de veículosR$ 98 mil33,9%
  • Materiais impressosR$ 87 mil30,1%
  • Serviços de terceirosR$ 25 mil8,7%
  • Serviços advocatíciosR$ 20 mil6,9%
  • Outras 10 categoriasR$ 59 mil20,4%
2020Prefeito, Nossa Senhora do Socorro (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 284 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 88% · pessoas 2% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 279 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 83 mil29,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 68 mil24,2%
  • Serviços advocatíciosR$ 30 mil10,7%
  • Serviços contábeisR$ 30 mil10,7%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 21 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 69 mil24,7%
2016Prefeito, Nossa Senhora do Socorro (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 180 mil
9 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 22% · partido 1% · pessoas 5% · próprios 72%
Gasto contratado
R$ 180 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 47 mil26,1%
  • Materiais impressosR$ 42 mil23,1%
  • Serviços de terceirosR$ 29 mil15,9%
  • Publicidade por adesivosR$ 18 mil9,8%
  • Outras 7 categoriasR$ 45 mil25,0%
Ver as 2 campanhas anteriores
2014Deputado estadual, SergipeVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 282 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 84% · pessoas 16%
Gasto contratado
R$ 281 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 119 mil42,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 67 mil24,0%
  • Serviços de terceirosR$ 64 mil22,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 15 mil5,3%
  • Outras 4 categoriasR$ 15 mil5,5%
2012Prefeito, Nossa Senhora do Socorro (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 137 mil
7 doadores pessoas físicas
partido 79% · pessoas 18% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 112 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 99 mil88,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil4,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil2,0%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil4,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2014, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892