- Materiais impressosR$ 174 mil48,6%
- Militância e mobilização de ruaR$ 104 mil29,0%
- Serviços de terceirosR$ 52 mil14,6%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 25 mil7,0%
- Outras 4 categoriasinclui R$ 800 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil0,8%
Camilo Martins (PL) foi eleito deputado estadual por Santa Catarina em 2026, com 63.933 votos, pelo resultado oficial do TSE. Camilo Martins (Camilo Nazareno Pagani Martins) disputou 4 eleições entre 2012 e 2026, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2026 e 2022; prefeito de Palhoça em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por SC: 63.933 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SC, declarou R$ 395 mil em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil de outras campanhas, R$ 25 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 358 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 174 mil), militância e mobilização de rua (R$ 104 mil) e serviços de terceiros (R$ 52 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 260 mil em 2022 (52% com publicidade por materiais impressos) e R$ 121 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Camilo Nazareno Pagani Martins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Camilo Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Palhoça (SC) em 2012 e 2016, e deputado estadual por Santa Catarina em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 395 mil em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil de outras campanhas, R$ 25 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 358 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 174 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 104 mil); R$ 243 mil já foram pagos. Em 2022, 52% dos R$ 260 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, 49% dos R$ 121 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.