- Serviços de terceirosR$ 171 mil32,7%
- Militância e mobilização de ruaR$ 170 mil32,5%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 100 mil19,1%
- Materiais impressosR$ 60 mil11,4%
- Outras 13 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 23 mil4,3%
Ingrid Sateré Mawé (PSOL) ficou como suplente de deputada estadual por Santa Catarina em 2026, com 10.280 votos, pelo resultado oficial do TSE. Ingrid Sateré Mawé (Ingrid Silva de Assis) disputou 3 eleições entre 2018 e 2026, para deputada estadual, vereadora e governadora. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Florianópolis em 2024. A maior votação foi em 2026, para deputada estadual por SC: 10.280 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por SC, declarou R$ 677 mil em receitas: R$ 663 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 7 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 524 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 171 mil), militância e mobilização de rua (R$ 170 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 100 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 110 mil em 2024 (55% com serviços de terceiros) e R$ 953 em 2018.
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A votação de Ingrid Silva de Assis em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ingrid Sateré Mawé declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: governadora por Santa Catarina em 2018, vereadora em Florianópolis (SC) em 2024, e deputada estadual por Santa Catarina em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 677 mil em receitas: R$ 663 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 7 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 524 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 171 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 170 mil); R$ 295 mil já foram pagos. Em 2024, 55% dos R$ 110 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2018, 99% dos R$ 953 em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.