- Serviços de terceirosR$ 79 mil46,9%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 33 mil19,4%
- Materiais impressosR$ 24 mil14,4%
- Locação de imóveisR$ 14 mil8,3%
- Outras 5 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 18 mil10,9%
Afrânio Boppré (PSOL) teve 657.451 votos para senador por Santa Catarina em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Afrânio Boppré (Afrânio Tadeu Boppré) disputou 15 eleições entre 1990 e 2026, para senador, vereador, deputado federal, governador, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Florianópolis em 2024, 2020, 2016 e 2012; deputado estadual em 2002. A maior votação foi em 2026, para senador por SC: 657.451 votos. Na campanha de 2026 para senador por SC, declarou R$ 419 mil em receitas: R$ 392 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 18 mil de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (81 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 168 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 79 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 33 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 154 mil em 2024 e R$ 453 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Afrânio Tadeu Boppré em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Afrânio Boppré declarou receitas e gastos ao TSE em 10 campanhas: deputado estadual por Santa Catarina em 2006, prefeito em Florianópolis (SC) em 2008, vereador em Florianópolis (SC) em 2012, 2016, 2020 e 2024, governador por Santa Catarina em 2014, deputado federal por Santa Catarina em 2018, e senador por Santa Catarina em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 419 mil em receitas: R$ 392 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 18 mil de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (81 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 168 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 79 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 33 mil); R$ 168 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 154 mil em gastos; em 2022, R$ 453 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.