Gui Pereira (PDT) ficou como suplente de deputado estadual por Santa Catarina em 2026, com 12.565 votos, pelo resultado oficial do TSE. Gui Pereira (Guilherme Pereira de Paulo) disputou 7 eleições entre 2008 e 2026, para deputado estadual, vereador e deputado federal. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Florianópolis em 2024, 2020, 2016 e 2012. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por SC: 26.364 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SC, declarou R$ 168 mil em receitas: R$ 80 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 48 mil do Fundo Partidário e R$ 40 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 136 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 51 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 36 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 32 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 43 mil em 2024 (74% com publicidade por materiais impressos) e R$ 36 mil em 2020.
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Evolução da votação nas eleições
12.565 votos em 2026 · 7 eleições
A votação de Guilherme Pereira de Paulo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 168 mil em receitas · R$ 136 mil em gastos contratados
Gui Pereira declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Florianópolis (SC) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024, deputado federal por Santa Catarina em 2018, e deputado estadual por Santa Catarina em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 168 mil em receitas: R$ 80 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 48 mil do Fundo Partidário e R$ 40 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 136 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 51 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 36 mil); R$ 110 mil já foram pagos. Em 2024, 74% dos R$ 43 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2020, 44% dos R$ 36 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Receitas em 2026R$ 168 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 136 milcontratados, parcial; R$ 110 mil pagos
Gastos em 2024R$ 43 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 86% · pessoas 3% · empresas 11%
Gasto contratado
R$ 59 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 27 mil45,7%
Serviços de terceirosR$ 10 mil17,1%
Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil15,3%
Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil6,8%
Outras 8 categoriasinclui R$ 167 lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil15,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.