- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2,1 milhões37,3%
- Serviços de terceirosR$ 1,5 milhão25,6%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 505 mil8,8%
- Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 450 mil7,8%
- Outras 16 categoriasR$ 1,2 milhão20,5%
Gabriel Souza (MDB) teve 510.698 votos para governador do Rio Grande do Sul em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Gabriel Souza (Gabriel Vieira de Souza) disputou 5 eleições entre 2010 e 2026, para governador, vice-governador e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vice-governador em 2022; deputado estadual em 2018 e 2014. A maior votação foi em 2026, para governador por RS: 510.698 votos. Na campanha de 2026 para governador por RS, declarou R$ 7,8 milhões em receitas: R$ 6,3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil do Fundo Partidário, R$ 1 milhão de outros recursos do partido e R$ 356 mil de doações privadas (15 doadores). Os gastos contratados somam R$ 5,7 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2,1 milhões), serviços de terceiros (R$ 1,5 milhão) e impulsionamento de conteúdos (R$ 505 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 382 mil em 2018 e R$ 260 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Gabriel Vieira de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Gabriel Souza declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2010, 2014 e 2018, e governador por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 7,8 milhões em receitas: R$ 6,3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil do Fundo Partidário, R$ 1 milhão de outros recursos do partido e R$ 356 mil de doações privadas (15 doadores). Os gastos contratados somam R$ 5,7 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2,1 milhões) e serviços de terceiros (R$ 1,5 milhão); R$ 3,6 milhões já foram pagos. Em 2018, R$ 382 mil em gastos; em 2014, R$ 260 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.