Moisés da Silva Barboza

Foto de Moisés da Silva Barboza
Moisés da Silva Barboza
9 eleições entre 2004 e 2026 · PSDB
48 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Vereador
redes informadas ao TSE
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Moisés Barboza (PSDB) foi eleito deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 21.615 votos, pelo resultado oficial do TSE. Moisés Barboza (Moisés da Silva Barboza) disputou 9 eleições entre 2004 e 2026, para deputado estadual, vereador e deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2026; vereador de Porto Alegre em 2024 e 2020. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por RS: 21.615 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 307 mil em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 52 mil de doações privadas (31 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 77 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 36 mil), locação de imóveis (R$ 35 mil) e publicidade por adesivos (R$ 4 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 172 mil em 2024 (40% com publicidade por materiais impressos) e R$ 247 mil em 2022.

Deputado Estadual · 2026
21.615
votos · RS
ELEITO
Mandato até 2030
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

21.615 votos em 2026 (eleito) · 9 eleições

A votação de Moisés da Silva Barboza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 307 mil em receitas · R$ 77 mil em gastos contratados

Moisés Barboza declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: vereador em Porto Alegre (RS) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024, deputado federal por Rio Grande do Sul em 2018 e 2022, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 307 mil em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 52 mil de doações privadas (31 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 77 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 36 mil) e locação de imóveis (R$ 35 mil); R$ 75 mil já foram pagos. Em 2024, 40% dos R$ 172 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2022, 40% dos R$ 247 mil em gastos foram com impulsionamento de conteúdos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 307 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 77 milcontratados, parcial; R$ 75 mil pagos
Gastos em 2024R$ 172 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas8de 2008 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 307 mil
31 doadores pessoas físicas
FEFC 81% · pessoas 17% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 77 mil
pago até agora: R$ 75 mil (98%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 36 mil46,6%
  • Locação de imóveisR$ 35 mil45,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 4 mil5,5%
  • Materiais impressosR$ 2 mil2,6%
2024Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 176 mil
49 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 27% · Fundo Partidário 2% · pessoas 67% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 172 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 69 mil40,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 35 mil20,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 20 mil11,6%
  • Locação de imóveisR$ 15 mil8,7%
  • Outras 7 categoriasR$ 33 mil19,2%
2022Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 267 mil
39 doadores pessoas físicas
FEFC 75% · partido 2% · pessoas 22% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 247 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 100 mil40,3%
  • Serviços de terceirosR$ 65 mil26,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 49 mil19,6%
  • Materiais impressosR$ 19 mil7,7%
  • Outras 5 categoriasR$ 15 mil6,1%
Ver as 5 campanhas anteriores
2020Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 104 mil
32 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
pessoas 97% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 61 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 20 mil33,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 10 mil16,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 9 mil14,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 8 mil13,2%
  • Outras 6 categoriasR$ 14 mil23,3%
2018Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 88 mil
4 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 57% · Fundo Partidário 3% · partido e outras campanhas 7% · pessoas 28% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 79 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 56 mil71,6%
  • Materiais impressosR$ 9 mil12,0%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 7 mil8,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4 mil5,4%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil2,8%
2016Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 45 mil
22 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 17% · partido e outras campanhas 6% · pessoas 57% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 45 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 26 mil59,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 6 mil13,2%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil7,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil5,8%
  • Outras 6 categoriasR$ 7 mil14,7%
2012Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 47 mil
17 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 11% · pessoas 33% · empresas 44% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 32 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 16 mil49,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil19,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil19,2%
  • AlimentaçãoR$ 2 mil4,8%
  • Outras 2 categoriasR$ 2 mil7,1%
2008Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 61% · pessoas 26% · empresas 5% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 26 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil8,5%
  • Materiais impressosR$ 2 mil7,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 6832,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6722,5%
  • Outras 2 categoriasR$ 21 mil78,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2020, 2024 e 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892