Lucas Bello Redecker

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Lucas Bello Redecker
7 eleições entre 2004 e 2026 · último partido PSD
45 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Deputado
redes informadas ao TSE
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Lucas Redecker (PSD) foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 99.817 votos, pelo resultado oficial do TSE. Lucas Redecker (Lucas Bello Redecker) disputou 7 eleições entre 2004 e 2026, para deputado federal, deputado estadual, vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2026, 2022 e 2018; deputado estadual em 2014 e 2010. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por RS: 119.069 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 198 milhões empenhados em 106 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 211 municípios; 89% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, declarou R$ 2,7 milhões em receitas: R$ 2,2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 63 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 414 mil de doações privadas (20 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,7 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 423 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 362 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 160 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,7 milhão em 2022 e R$ 1,2 milhão em 2018.

Deputado Federal · 2026
99.817
votos · RS
ELEITO
Mandato até 2030
4 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

99.817 votos em 2026 (eleito) · 7 eleições

A votação de Lucas Bello Redecker em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. EstadualDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 2,7 milhões em receitas · R$ 1,7 milhão em gastos contratados

Lucas Redecker declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2010 e 2014, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,7 milhões em receitas: R$ 2,2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 63 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 414 mil de doações privadas (20 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,7 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 423 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 362 mil); R$ 1,2 milhão já foram pagos. Em 2022, R$ 1,7 milhão em gastos contratados; em 2018, R$ 1,2 milhão em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 2,7 milhõesparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 1,7 milhãocontratados, parcial; R$ 1,2 milhão pagos
Gastos em 2022R$ 1,7 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2010 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,7 milhões
20 doadores pessoas físicas
FEFC 82% · partido e outras campanhas 2% · pessoas 15%
Gasto contratado
R$ 1,7 milhão
pago até agora: R$ 1,2 milhão (70%)
  • Serviços de terceirosR$ 423 mil24,3%
  • Materiais impressosR$ 362 mil20,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 160 mil9,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 148 mil8,5%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 295 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 650 mil37,3%
2022Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,7 milhão
44 doadores pessoas físicas
FEFC 61% · partido menos de 1% · pessoas 39%
Gasto contratado
R$ 1,7 milhão
pago: R$ 1,6 milhão (96%)
  • Materiais impressosR$ 483 mil28,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 324 mil19,2%
  • Serviços de terceirosR$ 254 mil15,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 120 mil7,1%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 254 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 512 mil30,2%
2018Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,3 milhão
44 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 79% · Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 19% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,2 milhão
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 274 mil22,5%
  • Serviços de terceirosR$ 259 mil21,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 83 mil6,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 55 mil4,6%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 390 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 545 mil44,8%
Ver as 2 campanhas anteriores
2014Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 759 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 38% · pessoas 18% · empresas 42% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 759 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 145 mil19,1%
  • Materiais impressosR$ 130 mil17,1%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 110 mil14,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 86 mil11,3%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 69 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 289 mil38,0%
2010Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 361 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 23% · pessoas 7% · empresas 66% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 361 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 67 mil18,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 52 mil14,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 49 mil13,6%
  • Materiais impressosR$ 46 mil12,9%
  • Outras 11 categoriasR$ 146 mil40,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 198 milhões empenhados · 89% pago · 106 emendas em 211 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 01/10/20263

Na Câmara dos Deputados, Lucas Redecker teve R$ 198 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 106 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 211 municípios. Já foram pagos R$ 176,5 milhões (89%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (52%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Caxias do Sul, Bom Princípio e Porto Alegre. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 115,7 milhões em 33 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 82,2 milhões em 73 emendas.2

EmpenhadoR$ 198 milhõesorçamentos de 2020 a 2026
PagoR$ 176,5 milhões89% do empenhado, com restos a pagar
Emendas106individuais
Municípios211diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2023 a 2026)
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2026R$ 36 milhõesR$ 26,4 milhões73%984
2025R$ 41,7 milhõesR$ 31,7 milhões76%1293
2024R$ 37,3 milhõesR$ 36,6 milhões98%1192
Legislatura 2023 a 2026R$ 115 milhõesR$ 94,8 milhões82%32185

Funções que mais receberam (2023 a 2026)

  1. 1SaúdeR$ 59,7 milhões51,6%
  2. 2Encargos EspeciaisR$ 48 milhões41,5%
  3. 3AgriculturaR$ 2,1 milhões1,8%

Municípios que mais receberam (2023 a 2026)

  1. 1Caxias do SulR$ 3,4 milhões2,9%
  2. 2Bom PrincípioR$ 3,3 milhões2,8%
  3. 3Porto AlegreR$ 2,8 milhões2,4%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2018, 2022 e 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892