- Materiais impressosR$ 440 mil33,4%
- Militância e mobilização de ruaR$ 416 mil31,6%
- Serviços de terceirosR$ 150 mil11,4%
- Serviços contábeisR$ 65 mil4,9%
- Outras 10 categoriasR$ 245 mil18,6%
Fran Bayer (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputada federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 49.845 votos, pelo resultado oficial do TSE. Fran Bayer (Franciane Abade Bayer Muller) disputou 3 eleições entre 2018 e 2026, para deputada federal e deputada estadual. Ela foi eleita 2 vezes: deputada federal em 2022; deputada estadual em 2018. A maior votação foi em 2026, para deputada federal por RS: 49.845 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 129,9 milhões empenhados em 17 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 125 municípios; 74% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputada federal por RS, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 300 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 440 mil), militância e mobilização de rua (R$ 416 mil) e serviços de terceiros (R$ 150 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 804 mil em 2022 (48% com publicidade por materiais impressos) e R$ 116 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Franciane Abade Bayer Muller em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Fran Bayer declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputada estadual por Rio Grande do Sul em 2018, e deputada federal por Rio Grande do Sul em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 300 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 440 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 416 mil); R$ 1,2 milhão já foram pagos. Em 2022, 48% dos R$ 804 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, R$ 116 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Fran Bayer teve R$ 129,9 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 17 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 125 municípios. Já foram pagos R$ 96,4 milhões (74%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (57%). As cidades que mais receberam foram Porto Alegre, Vacaria e Santa Maria.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 38,9 milhões | R$ 21,5 milhões | 55% | 7 | 72 |
| 2025 | R$ 53,1 milhões | R$ 36,7 milhões | 69% | 5 | 62 |
| 2024 | R$ 37,4 milhões | R$ 37,4 milhões | 100% | 4 | 51 |
| Total | R$ 129,4 milhões | R$ 95,6 milhões | 74% | 16 | 125 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.