- Serviços de terceirosR$ 447 mil67,7%
- Materiais impressosR$ 141 mil21,4%
- Locação de imóveisR$ 48 mil7,2%
- Serviços contábeisR$ 15 mil2,3%
- Outras 3 categoriasR$ 9 mil1,4%
Coronel Ustra (PL) ficou como suplente de deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 22.907 votos, pelo resultado oficial do TSE. Coronel Ustra (Marcelo Ustra da Silva Soares) disputou 2 eleições entre 2024 e 2026, para deputado federal e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Porto Alegre em 2024. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por RS: 22.907 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 61 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 660 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 447 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 141 mil) e locação de imóveis (R$ 48 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2024, já encerrada, gastou R$ 516 mil, 42% com serviços de terceiros.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marcelo Ustra da Silva Soares em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Coronel Ustra declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Porto Alegre (RS) em 2024, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 61 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 660 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 447 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 141 mil); R$ 172 mil já foram pagos. Em 2024, 42% dos R$ 516 mil em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.