- PessoalR$ 307 mil21,2%
- Militância e mobilização de ruaR$ 291 mil20,1%
- Materiais impressosR$ 262 mil18,1%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 109 mil7,5%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 369 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 476 mil33,0%
Bohn Gass (PT) foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 111.196 votos, pelo resultado oficial do TSE. Bohn Gass (Elvino José Bohn Gass) disputou 10 eleições entre 1994 e 2026, para deputado federal, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 9 vezes: deputado federal em 2026, 2022, 2018, 2014 e 2010; deputado estadual em 2006, 2002 e 1998; vereador de Santo Cristo em 1996. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por RS: 131.881 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 245,1 milhões empenhados em 203 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 417 municípios; 87% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, declarou R$ 1,9 milhão em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 96 mil de doações privadas (31 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com pessoal (R$ 307 mil), militância e mobilização de rua (R$ 291 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 262 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,9 milhão em 2022 e R$ 1,1 milhão em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Elvino José Bohn Gass em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Bohn Gass declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,9 milhão em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 96 mil de doações privadas (31 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com pessoal (R$ 307 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 291 mil); R$ 1,3 milhão já foram pagos. Em 2022, R$ 1,9 milhão em gastos contratados; em 2018, R$ 1,1 milhão em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Bohn Gass teve R$ 245,1 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 203 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 417 municípios. Já foram pagos R$ 212,6 milhões (87%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (52%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Porto Alegre, Pelotas e Rio de Janeiro. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 112 milhões em 69 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 80,3 milhões em 86 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 52,8 milhões em 48 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 35,4 milhões | R$ 24,5 milhões | 69% | 22 | 110 |
| 2025 | R$ 39,1 milhões | R$ 30,5 milhões | 78% | 22 | 145 |
| 2024 | R$ 37,3 milhões | R$ 33,8 milhões | 91% | 25 | 180 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 111,8 milhões | R$ 88,9 milhões | 80% | 69 | 299 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.