Matheus Pereira Gomes

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Matheus Pereira Gomes
6 eleições entre 2012 e 2026 · último partido PSOL
35 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Deputado
redes informadas ao TSE
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Matheus Gomes (PSOL) foi eleito deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 98.813 votos, pelo resultado oficial do TSE. Matheus Gomes (Matheus Pereira Gomes) disputou 6 eleições entre 2012 e 2026, para deputado estadual, vereador e deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2026 e 2022; vereador de Porto Alegre em 2020. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por RS: 98.813 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, indicou R$ 8,1 milhões em 68 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 24 municípios; 36% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 87 mil de doações privadas (12 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 549 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 236 mil), militância e mobilização de rua (R$ 165 mil) e serviços de terceiros (R$ 87 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 668 mil em 2022 e R$ 107 mil em 2020.

Deputado Estadual · 2026
98.813
votos · RS
ELEITO
Mandato até 2030
4 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

98.813 votos em 2026 (eleito) · 6 eleições

A votação de Matheus Pereira Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 1,3 milhão em receitas · R$ 549 mil em gastos contratados

Matheus Gomes declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Porto Alegre (RS) em 2012 e 2020, deputado federal por Rio Grande do Sul em 2014, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 87 mil de doações privadas (12 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 549 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 236 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 165 mil); R$ 549 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 668 mil em gastos; em 2020, 45% dos R$ 107 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 1,3 milhãoparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 549 milcontratados, parcial; R$ 549 mil pagos
Gastos em 2022R$ 668 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2012 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,3 milhão
12 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 93% · pessoas 7%
Gasto contratado
R$ 549 mil
pago até agora: R$ 549 mil (100%)
  • Materiais impressosR$ 236 mil43,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 165 mil30,0%
  • Serviços de terceirosR$ 87 mil15,7%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 15 mil2,7%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 47 mil8,5%
2022Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 694 mil
9 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 85% · Fundo Partidário 4% · pessoas 5% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 668 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 261 mil39,1%
  • Materiais impressosR$ 206 mil30,8%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 68 mil10,2%
  • Serviços de terceirosR$ 27 mil4,0%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 28 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 107 mil16,0%
2020Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 117 mil
6 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 70% · partido e outras campanhas 3% · pessoas 27%
Gasto contratado
R$ 107 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 48 mil44,7%
  • Serviços de terceirosR$ 24 mil22,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 13 mil12,3%
  • Serviços contábeisR$ 12 mil11,5%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 80 lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil8,5%
Ver as 3 campanhas anteriores
2018Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
7 doadores pessoas físicas
FEFC 84% · pessoas 16%
Gasto contratado
R$ 17 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 9 mil52,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4 mil23,2%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil5,8%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 830,5%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 257 lançados como "diversas a especificar" e R$ 3 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 3 mil18,5%
2014Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
8 doadores pessoas físicas
partido 47% · pessoas 39% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil49,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil24,3%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil14,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil9,5%
  • Outras 6 categoriasR$ 3442,8%
2012Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil41,2%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil29,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil29,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 8,1 milhões indicados · 36% pago · 68 emendas em 24 municípios

Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · pode estar desatualizada3 · números estaduais aproximados4

Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, Matheus Gomes indicou R$ 8,1 milhões em 68 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 24 municípios. Até a coleta na fonte, 36% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Secretaria da Saúde (52%). As cidades que mais receberam foram Porto Alegre, Canoas e Esteio.2

IndicadoR$ 8,1 milhõesorçamentos de 2024 a 2026
PagoR$ 3 milhões36% do indicado
Emendas68estaduais
Municípios24diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoIndicadoPago% pagoEmendasMunicípios
2026R$ 4 milhõesR$ 596 mil15%3520
2025R$ 2,1 milhõesR$ 1,4 milhão65%188
2024R$ 2 milhõesR$ 1 milhão50%1514
TotalR$ 8,1 milhõesR$ 3 milhões36%6824

Órgãos que mais receberam

  1. 1Secretaria da SaúdeR$ 4,2 milhões51,8%
  2. 2Governo do EstadoR$ 1,4 milhão17,5%
  3. 3Secretaria da CulturaR$ 776 mil9,6%

Municípios que mais receberam

  1. 1Porto AlegreR$ 1,4 milhão17,8%
  2. 2CanoasR$ 1,1 milhão13,2%
  3. 3EsteioR$ 610 mil7,5%

Fonte: Transparencia RS — Emendas Parlamentares Estaduais (export Power BI, layout atual), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Rio Grande do Sul e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩

  4. 4

    Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Rio Grande do Sul e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. ↩

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2020, 2022 e 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892