- Impulsionamento de conteúdosR$ 351 mil35,1%
- Militância e mobilização de ruaR$ 310 mil31,0%
- Materiais impressosR$ 195 mil19,5%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 59 mil5,9%
- Outras 5 categoriasR$ 85 mil8,5%
Roberto Robaina (PSOL) ficou como suplente de deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 31.879 votos, pelo resultado oficial do TSE. Roberto Robaina (Carlos Roberto de Souza Robaina) disputou 10 eleições entre 2006 e 2026, para deputado federal, vereador, 1º suplente, governador, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Porto Alegre em 2024, 2020 e 2016. A maior votação foi em 2006, para governador por RS: 68.676 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil do Fundo Partidário e R$ 16 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 999 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 351 mil), militância e mobilização de rua (R$ 310 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 195 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 349 mil em 2024 (47% com militância e mobilização de rua) e R$ 262 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Carlos Roberto de Souza Robaina em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Roberto Robaina declarou receitas e gastos ao TSE em 9 campanhas: governador por Rio Grande do Sul em 2006, 2014 e 2018, deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2010, prefeito em Porto Alegre (RS) em 2012, vereador em Porto Alegre (RS) em 2016, 2020 e 2024, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil do Fundo Partidário e R$ 16 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 999 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 351 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 310 mil); R$ 991 mil já foram pagos. Em 2024, 47% dos R$ 349 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2020, R$ 262 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.