- Militância e mobilização de ruaR$ 126 mil43,2%
- Materiais impressosR$ 57 mil19,5%
- Serviços advocatíciosR$ 40 mil13,7%
- Serviços contábeisR$ 30 mil10,2%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 39 mil13,4%
Neno da Laje (PP) ficou como suplente de deputado estadual por Alagoas em 2026, com 23.779 votos, pelo resultado oficial do TSE. Neno da Laje (Paulo Roberto Pereira de Araújo) disputou 6 eleições entre 1996 e 2026, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de São José da Laje em 2004 e 1996. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por AL: 23.779 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AL, declarou R$ 706 mil em receitas: R$ 645 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil de outros recursos do partido e R$ 50 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 293 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 126 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 57 mil) e serviços advocatícios (R$ 40 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 10 mil em 2010 (65% com serviços de terceiros) e R$ 56 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Paulo Roberto Pereira de Araujo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Neno da Laje declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em São José da Laje (AL) em 2008, e deputado estadual por Alagoas em 2010 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 706 mil em receitas: R$ 645 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil de outros recursos do partido e R$ 50 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 293 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 126 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 57 mil); R$ 72 mil já foram pagos. Em 2010, 65% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2008, R$ 56 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.