- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 974 mil35,3%
- Serviços de terceirosR$ 470 mil17,0%
- Serviços advocatíciosR$ 320 mil11,6%
- Cessão ou locação de veículosR$ 275 mil10,0%
- Outras 10 categoriasR$ 722 mil26,2%
Rafael Motta (PDT) teve 510.674 votos para senador pelo Rio Grande do Norte em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Rafael Motta (Rafael Huete da Motta) disputou 6 eleições entre 2012 e 2026, para senador, prefeito, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2018 e 2014; vereador de Natal em 2012. A maior votação foi em 2026, para senador por RN: 510.674 votos. No Senado Federal, teve R$ 136,7 milhões empenhados em 90 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 127 municípios; 95% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para senador por RN, declarou R$ 3,7 milhões em receitas: R$ 3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 700 mil do Fundo Partidário e R$ 26 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,8 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 974 mil), serviços de terceiros (R$ 470 mil) e serviços advocatícios (R$ 320 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 964 mil em 2024 (75% com serviços de terceiros) e R$ 2,3 milhões em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Rafael Huete da Motta em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Rafael Motta declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Natal (RN) em 2012, deputado federal por Rio Grande do Norte em 2014 e 2018, senador por Rio Grande do Norte em 2022 e 2026, e prefeito em Natal (RN) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3,7 milhões em receitas: R$ 3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 700 mil do Fundo Partidário e R$ 26 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,8 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 974 mil) e serviços de terceiros (R$ 470 mil); R$ 1,7 milhão já foram pagos. Em 2024, 75% dos R$ 964 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2022, 53% dos R$ 2,3 milhões em gastos contratados foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Rafael Motta teve R$ 136,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 90 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 127 municípios. Já foram pagos R$ 129,6 milhões (95%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (51%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Touros, Afonso Bezerra e Coronel João Pessoa. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 82,5 milhões em 46 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 54,2 milhões em 44 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 32 milhões | R$ 31,5 milhões | 98% | 7 | 18 |
| 2022 | R$ 18,4 milhões | R$ 18 milhões | 98% | 12 | 46 |
| 2021 | R$ 16,2 milhões | R$ 15,8 milhões | 98% | 10 | 62 |
| 2020 | R$ 15,8 milhões | R$ 14,9 milhões | 94% | 17 | 30 |
| Legislatura 2019 a 2022 | R$ 82,4 milhões | R$ 80,1 milhões | 97% | 46 | 92 |
Funções que mais receberam (2019 a 2022)
Municípios que mais receberam (2019 a 2022)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.