- Militância e mobilização de ruaR$ 527 mil46,7%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 376 mil33,3%
- Materiais impressosR$ 174 mil15,4%
- Serviços advocatíciosR$ 30 mil2,7%
- Outras 2 categoriasR$ 22 mil1,9%
Marcelo Queiroz (PSDB) foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro em 2026, com 58.739 votos, pelo resultado oficial do TSE. Marcelo Queiroz (Marcelo André Cid Heráclito do Porto Queiroz) disputou 8 eleições entre 2008 e 2026, para deputado federal, prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2026 e 2022; vereador de Rio de Janeiro em 2012. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Rio de Janeiro/RJ: 74.996 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RJ, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 62 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 317 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 527 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 376 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 174 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 3,7 milhões em 2024 e R$ 1,3 milhão em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marcelo Cid Heraclito do Porto Queiroz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marcelo Queiroz declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2008 e 2012, deputado estadual por Rio de Janeiro em 2010, 2014 e 2018, deputado federal por Rio de Janeiro em 2022 e 2026, e prefeito em Rio de Janeiro (RJ) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 62 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 317 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 527 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 376 mil); R$ 730 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 3,7 milhões em gastos; em 2022, 47% dos R$ 1,3 milhão em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.