- Militância e mobilização de ruaR$ 31 mil53,2%
- Serviços contábeisR$ 8 mil12,9%
- Materiais impressosR$ 5 mil8,6%
- Serviços advocatíciosR$ 5 mil8,6%
- Outras 4 categoriasR$ 10 mil16,7%
Marquinho do Transporte (DC) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio de Janeiro em 2026, com 16.068 votos, pelo resultado oficial do TSE. Marquinho do Transporte (Marcos Alcides Souza da Silva) disputou 5 eleições entre 2012 e 2026, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Campos em 2024 e 2020. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por RJ: 16.068 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 68 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 58 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 31 mil), serviços contábeis (R$ 8 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 25 mil em 2024 (43% com publicidade por materiais impressos) e R$ 900 em 2020.
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A votação de Marcos Alcides Souza da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marquinho do Transporte declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Campos (RJ) em 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 3 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 68 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 58 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 31 mil) e serviços contábeis (R$ 8 mil); R$ 7 mil já foram pagos. Em 2024, 43% dos R$ 25 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2020, 78% dos R$ 900 em gastos foram com produção de jingles, vinhetas e slogans. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.