- Impulsionamento de conteúdosR$ 325 mil33,6%
- PessoalR$ 199 mil20,5%
- Serviços de terceirosR$ 170 mil17,5%
- Materiais impressosR$ 112 mil11,5%
- Outras 5 categoriasR$ 164 mil16,9%
Tainá de Paula (PT) ficou como suplente de deputada federal pelo Rio de Janeiro em 2026, com 59.551 votos, pelo resultado oficial do TSE. Tainá de Paula (Tainá Reis de Paula Kapaz) disputou 4 eleições entre 2018 e 2026, para deputada federal, vereadora e deputada estadual. Ela foi eleita 2 vezes: vereadora de Rio de Janeiro em 2024 e 2020. A maior votação foi em 2026, para deputada federal por RJ: 59.551 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por RJ, declarou R$ 2 milhões em receitas: R$ 1,9 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 96 mil de doações privadas (21 doadores). Os gastos contratados somam R$ 969 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 325 mil), pessoal (R$ 199 mil) e serviços de terceiros (R$ 170 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,3 milhão em 2024 e R$ 203 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Tainá Reis de Paula Kapaz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Tainá de Paula declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputada estadual por Rio de Janeiro em 2018, vereadora em Rio de Janeiro (RJ) em 2020 e 2024, e deputada federal por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2 milhões em receitas: R$ 1,9 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 96 mil de doações privadas (21 doadores). Os gastos contratados somam R$ 969 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 325 mil) e pessoal (R$ 199 mil); R$ 448 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 1,3 milhão em gastos contratados; em 2020, R$ 203 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.