Diego Zeidan Cardoso Siqueira

Foto de Diego Zeidan Cardoso Siqueira
Diego Zeidan Cardoso Siqueira
2 eleições entre 2020 e 2026 · PT
28 anos em 2026 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
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Diego Quaqua (PT) foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro em 2026, com 68.798 votos, pelo resultado oficial do TSE. Diego Quaqua (Diego Zeidan Cardoso Siqueira) disputou 2 eleições entre 2020 e 2026, para deputado federal e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 2026; vice-prefeito de Maricá em 2020. Na campanha de 2026 para deputado federal por RJ, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 930 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 86 mil de doações privadas (23 doadores). Os gastos contratados somam R$ 732 mil, principalmente com pessoal (R$ 278 mil), publicidade por adesivos (R$ 139 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 72 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.

Deputado Federal · 2026
68.798
votos · RJ
ELEITO
Mandato até 2030
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

68.798 votos em 2026 (eleito) · 2 eleições

A votação de Diego Zeidan Cardoso Siqueira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 1 milhão em receitas · R$ 732 mil em gastos contratados

Diego Quaqua declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Rio de Janeiro em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 930 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 86 mil de doações privadas (23 doadores). Os gastos contratados somam R$ 732 mil, principalmente com pessoal (R$ 278 mil) e publicidade por adesivos (R$ 139 mil); R$ 134 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 1 milhãoparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 732 milcontratados, parcial; R$ 134 mil pagos
Campanhas12026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2026parcialDeputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 milhão
23 doadores pessoas físicas
FEFC 92% · pessoas 8%
Gasto contratado
R$ 732 mil
pago até agora: R$ 134 mil (18%)
  • PessoalR$ 278 mil38,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 139 mil19,0%
  • Materiais impressosR$ 72 mil9,9%
  • Serviços advocatíciosR$ 60 mil8,2%
  • Outras 7 categoriasR$ 182 mil24,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2020 e 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892