- Militância e mobilização de ruaR$ 298 mil58,3%
- Materiais impressosR$ 128 mil25,1%
- Publicidade por adesivosR$ 57 mil11,1%
- Cessão ou locação de veículosR$ 8 mil1,6%
- Outras 6 categoriasR$ 20 mil3,9%
Dionisio Lins (PP) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio de Janeiro em 2026, com 40.342 votos, pelo resultado oficial do TSE. Dionisio Lins (Dionísio de Souza Lins) disputou 11 eleições entre 1994 e 2026, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: deputado estadual em 2022, 2018, 2014, 2010 e 2006; vereador de Rio de Janeiro em 2004. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RJ: 75.707 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, indicou R$ 8,8 milhões em 7 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 1 município; 48% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 620 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 150 mil do Fundo Partidário, R$ 80 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 90 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 510 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 298 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 128 mil) e publicidade por adesivos (R$ 57 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 581 mil em 2022 e R$ 437 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Dionisio de Souza Lins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dionisio Lins declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 620 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 150 mil do Fundo Partidário, R$ 80 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 90 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 510 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 298 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 128 mil); R$ 147 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 581 mil em gastos; em 2018, 42% dos R$ 437 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, Dionisio Lins indicou R$ 8,8 milhões em 7 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 1 município. Até a coleta na fonte, 48% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Uerj (91%). A cidade que mais recebeu foi Rio de Janeiro.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 3,2 milhões | R$ 2,2 milhões | 70% | 2 | 1 |
| 2025 | R$ 2,9 milhões | R$ 2 milhões | 70% | 3 | 1 |
| 2024 | R$ 2,7 milhões | R$ 0 | 0% | 2 | 0 |
| Total | R$ 8,8 milhões | R$ 4,2 milhões | 48% | 7 | 1 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: ALERJ / SEPLAG-RJ — Emendas parlamentares impositivas (bases de detalhe 2024-2026 + execução), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Rio de Janeiro e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Rio de Janeiro e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.