- PessoalR$ 904 mil49,0%
- Serviços de terceirosR$ 264 mil14,3%
- Materiais impressosR$ 231 mil12,5%
- Publicidade por adesivosR$ 179 mil9,7%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 145 lançados como "diversas a especificar"R$ 267 mil14,5%
Talíria Petrone (PSOL) foi eleita deputada federal pelo Rio de Janeiro em 2026, com 122.500 votos, pelo resultado oficial do TSE. Talíria Petrone (Talíria Petrone Soares) disputou 6 eleições entre 2012 e 2026, para deputada federal, prefeita e vereadora. Ela foi eleita 4 vezes: deputada federal em 2026, 2022 e 2018; vereadora de Niterói em 2016. A maior votação foi em 2022, para deputada federal por RJ: 198.548 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 186,5 milhões empenhados em 140 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 135 municípios; 78% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputada federal por RJ, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 2,2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 21 mil do Fundo Partidário, R$ 28 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 98 mil de doações privadas (34 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com pessoal (R$ 904 mil), serviços de terceiros (R$ 264 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 231 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 4 milhões em 2024 e R$ 1,6 milhão em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Talíria Petrone Soares em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Talíria Petrone declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereadora em Niterói (RJ) em 2016, deputada federal por Rio de Janeiro em 2018, 2022 e 2026, e prefeita em Niterói (RJ) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 2,2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 21 mil do Fundo Partidário, R$ 28 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 98 mil de doações privadas (34 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com pessoal (R$ 904 mil) e serviços de terceiros (R$ 264 mil); R$ 1,1 milhão já foram pagos. Em 2024, R$ 4 milhões em gastos; em 2022, R$ 1,6 milhão em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Talíria Petrone teve R$ 186,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 140 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 135 municípios. Já foram pagos R$ 146,1 milhões (78%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (53%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Rio de Janeiro, Niterói e Piraí. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 106,5 milhões em 60 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 80 milhões em 80 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 28,5 milhões | R$ 14,3 milhões | 50% | 21 | 10 |
| 2025 | R$ 40,2 milhões | R$ 24,1 milhões | 60% | 18 | 25 |
| 2024 | R$ 37,4 milhões | R$ 36 milhões | 96% | 21 | 58 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 106,2 milhões | R$ 74,3 milhões | 70% | 60 | 71 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.