Alexandre Isquierdo Moreira

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Alexandre Isquierdo Moreira
4 eleições entre 2012 e 2026 · último partido PL
54 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE
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Alexandre Isquierdo Malafaia (PL) foi eleito deputado estadual pelo Rio de Janeiro em 2026, com 83.461 votos, pelo resultado oficial do TSE. Alexandre Isquierdo Malafaia (Alexandre Isquierdo Moreira) disputou 4 eleições entre 2012 e 2026, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2026; vereador de Rio de Janeiro em 2020, 2016 e 2012. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por RJ: 83.461 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 836 mil em receitas: R$ 800 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 384 mil, principalmente com pessoal (R$ 201 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 85 mil) e serviços contábeis (R$ 30 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 558 mil em 2020 e R$ 504 mil em 2016.

Deputado Estadual · 2026
83.461
votos · RJ
ELEITO
Mandato até 2030
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

83.461 votos em 2026 (eleito) · 4 eleições

A votação de Alexandre Isquierdo Moreira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 836 mil em receitas · R$ 384 mil em gastos contratados

Alexandre Isquierdo Malafaia declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 836 mil em receitas: R$ 800 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 384 mil, principalmente com pessoal (R$ 201 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 85 mil); R$ 235 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 558 mil em gastos; em 2016, 69% dos R$ 504 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 836 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 384 milcontratados, parcial; R$ 235 mil pagos
Gastos em 2020R$ 558 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42012, 2016, 2020 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 836 mil
sem doações de pessoas
FEFC 96% · partido e outras campanhas menos de 1% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 384 mil
pago até agora: R$ 235 mil (61%)
  • PessoalR$ 201 mil52,3%
  • Materiais impressosR$ 85 mil22,1%
  • Serviços contábeisR$ 30 mil7,8%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 20 mil5,2%
  • Outras 5 categoriasR$ 48 mil12,5%
2020Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 565 mil
sem doações de pessoas
FEFC 79% · Fundo Partidário 20% · partido e outras campanhas 1%
Gasto contratado
R$ 558 mil
tudo pago (100%)
  • Correspondências e despesas postaisR$ 201 mil36,0%
  • Materiais impressosR$ 149 mil26,6%
  • PessoalR$ 86 mil15,5%
  • Serviços de terceirosR$ 34 mil6,2%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 88 mil15,8%
2016Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 504 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 100%
Gasto contratado
R$ 504 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 348 mil69,1%
  • PessoalR$ 81 mil16,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 25 mil4,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 15 mil2,9%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 18 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 35 mil7,0%
Ver a campanha anterior
2012Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 752 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 63% · pessoas 11% · empresas 26% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 457 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 200 mil43,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 156 mil34,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 76 mil16,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil2,4%
  • Outras 3 categoriasR$ 14 mil3,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2016, 2020 e 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892