Diogo Gonçalves Balieiro Diniz

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Diogo Gonçalves Balieiro Diniz
3 eleições entre 2016 e 2026 · último partido PL
49 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE
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Diogo Balieiro Diniz (PL) foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro em 2026, com 102.026 votos, pelo resultado oficial do TSE. Diogo Balieiro Diniz (Diogo Gonçalves Balieiro Diniz) disputou 3 eleições entre 2016 e 2026, para deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2026; prefeito de Resende em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por RJ: 102.026 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RJ, declarou R$ 2,1 milhões em receitas: R$ 2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil do Fundo Partidário, R$ 12 mil de outras campanhas, R$ 100 mil de doações privadas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,7 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 938 mil), serviços advocatícios (R$ 200 mil) e publicidade por adesivos (R$ 145 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 103 mil em 2020 (82% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 206 mil em 2016.

Deputado Federal · 2026
102.026
votos · RJ
ELEITO
Mandato até 2030
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

102.026 votos em 2026 (eleito) · 3 eleições

A votação de Diogo Gonçalves Balieiro Diniz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 2,1 milhões em receitas · R$ 1,7 milhão em gastos contratados

Diogo Balieiro Diniz declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Resende (RJ) em 2016 e 2020, e deputado federal por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,1 milhões em receitas: R$ 2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil do Fundo Partidário, R$ 12 mil de outras campanhas, R$ 100 mil de doações privadas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,7 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 938 mil) e serviços advocatícios (R$ 200 mil); R$ 1,1 milhão já foram pagos. Em 2020, 82% dos R$ 103 mil em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2016, 59% dos R$ 206 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 2,1 milhõesparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 1,7 milhãocontratados, parcial; R$ 1,1 milhão pagos
Gastos em 2020R$ 103 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32016, 2020 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,1 milhões
doações de pessoas
FEFC 94% · Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 5% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,7 milhão
pago até agora: R$ 1,1 milhão (62%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 938 mil54,9%
  • Serviços advocatíciosR$ 200 mil11,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 145 mil8,5%
  • Materiais impressosR$ 119 mil7,0%
  • Outras 10 categoriasR$ 308 mil18,0%
2020Prefeito, Resende (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 116 mil
sem doações de pessoas
FEFC 86% · partido 5% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 103 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 84 mil81,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 5 mil5,2%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 3 mil2,4%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil1,9%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 8 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 9 mil8,7%
2016Prefeito, Resende (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 208 mil
12 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 2% · partido 89% · pessoas 7% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 206 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 121 mil58,8%
  • Materiais impressosR$ 50 mil24,0%
  • Publicidade por carros de somR$ 11 mil5,4%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 10 mil5,0%
  • Outras 8 categoriasR$ 14 mil6,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2016, 2020 e 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892