Thales Coelho Pimentel

Foto de Thales Coelho Pimentel
Thales Coelho Pimentel
4 eleições entre 2016 e 2026 · último partido PT
40 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE
Comparar

Dr. Thales Coelho (PT) foi eleito deputado estadual pelo Piauí em 2026, com 58.887 votos, pelo resultado oficial do TSE. Dr. Thales Coelho (Thales Coelho Pimentel) disputou 4 eleições entre 2016 e 2026, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2026 e 2022; prefeito de Paquetá em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por PI: 58.887 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por PI, declarou R$ 451 mil em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 77 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 104 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 656 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 400 mil), serviços de terceiros (R$ 160 mil) e locação de imóveis (R$ 21 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,1 milhão em 2022 (58% com publicidade por materiais impressos) e R$ 43 mil em 2020.

Deputado Estadual · 2026
58.887
votos · PI
ELEITO
Mandato até 2030
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

58.887 votos em 2026 (eleito) · 4 eleições

A votação de Thales Coelho Pimentel em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 451 mil em receitas · R$ 656 mil em gastos contratados

Dr. Thales Coelho declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Paquetá (PI) em 2016 e 2020, e deputado estadual por Piauí em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 451 mil em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 77 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 104 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 656 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 400 mil) e serviços de terceiros (R$ 160 mil); R$ 118 mil já foram pagos. Em 2022, 58% dos R$ 1,1 milhão em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2020, 45% dos R$ 43 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 451 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 656 milcontratados, parcial; R$ 118 mil pagos
Gastos em 2022R$ 1,1 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42016, 2020, 2022 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 451 mil
20 doadores pessoas físicas
FEFC 55% · Fundo Partidário 4% · pessoas 17% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 656 mil
pago até agora: R$ 118 mil (18%)
  • Materiais impressosR$ 400 mil61,0%
  • Serviços de terceirosR$ 160 mil24,4%
  • Locação de imóveisR$ 21 mil3,2%
  • Serviços advocatíciosR$ 20 mil3,1%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 200 lançados como "diversas a especificar"R$ 55 mil8,4%
2022Deputado estadual, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,2 milhão
doações de pessoas
FEFC 47% · Fundo Partidário 38% · pessoas 7% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 618 mil58,0%
  • Serviços de terceirosR$ 293 mil27,5%
  • Serviços advocatíciosR$ 60 mil5,6%
  • Serviços contábeisR$ 35 mil3,3%
  • Outras 7 categoriasR$ 60 mil5,6%
2020Prefeito, Paquetá (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 60 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 67% · pessoas 26% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 43 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 19 mil44,9%
  • Serviços advocatíciosR$ 8 mil18,8%
  • Serviços contábeisR$ 6 mil14,1%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 5 mil11,8%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 300 lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil10,4%
Ver a campanha anterior
2016Prefeito, Paquetá (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 40 mil
6 doadores pessoas físicas
pessoas 20% · próprios 80%
Gasto contratado
R$ 40 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 12 mil29,8%
  • ComíciosR$ 7 mil17,0%
  • Publicidade por carros de somR$ 5 mil12,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil11,3%
  • Outras 6 categoriasR$ 12 mil29,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2020, 2022 e 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892