Jose Ribamar Noleto de Santana

Foto de Jose Ribamar Noleto de Santana
Jose Ribamar Noleto de Santana
4 eleições entre 2010 e 2026 · último partido PT
62 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Zé Santana (PT) foi eleito deputado federal pelo Piauí em 2026, com 132.210 votos, pelo resultado oficial do TSE. Zé Santana (José Ribamar Noleto de Santana) disputou 4 eleições entre 2010 e 2026, para deputado federal, deputado estadual e 2º suplente senador. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2026; deputado estadual em 2018 e 2014; 2º suplente senador em 2010. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por PI: 132.210 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por PI, declarou R$ 956 mil em receitas: R$ 739 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 90 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 107 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 677 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 160 mil), serviços advocatícios (R$ 60 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 54 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 497 mil em 2018 e R$ 457 mil em 2014.

Deputado Federal · 2026
132.210
votos · PI
ELEITO
Mandato até 2030
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

132.210 votos em 2026 (eleito) · 4 eleições

A votação de Jose Ribamar Noleto de Santana em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

SenadorDep. EstadualDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 956 mil em receitas · R$ 677 mil em gastos contratados

Zé Santana declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Piauí em 2014 e 2018, e deputado federal por Piauí em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 956 mil em receitas: R$ 739 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 90 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 107 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 677 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 160 mil) e serviços advocatícios (R$ 60 mil); R$ 640 mil já foram pagos. Em 2018, R$ 497 mil em gastos; em 2014, R$ 457 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 956 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 677 milcontratados, parcial; R$ 640 mil pagos
Gastos em 2018R$ 497 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32014, 2018 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 956 mil
9 doadores pessoas físicas
FEFC 77% · Fundo Partidário 2% · pessoas 9% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 677 mil
pago até agora: R$ 640 mil (95%)
  • Materiais impressosR$ 160 mil23,6%
  • Serviços advocatíciosR$ 60 mil8,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 54 mil8,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 43 mil6,3%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 250 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 361 mil53,3%
2018Deputado estadual, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 598 mil
26 doadores pessoas físicas
FEFC 29% · Fundo Partidário 28% · pessoas 39% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 497 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 118 mil23,8%
  • Materiais impressosR$ 85 mil17,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 69 mil14,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 66 mil13,3%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 158 mil31,9%
2014Deputado estadual, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 452 mil
74 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 36% · empresas 27% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 457 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 131 mil28,6%
  • Materiais impressosR$ 88 mil19,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 50 mil10,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 47 mil10,3%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 142 mil31,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2014, 2018 e 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892