- Materiais impressosR$ 105 mil41,6%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 50 mil19,8%
- Serviços contábeisR$ 30 mil11,9%
- Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 18 mil7,2%
- Outras 6 categoriasR$ 49 mil19,5%
Socorro Pimentel (PSD) ficou como suplente de deputada federal por Pernambuco em 2026, com 14.448 votos, pelo resultado oficial do TSE. Socorro Pimentel (Maria do Socorro Holanda Muniz Falcão do Espírito Santo) disputou 6 eleições entre 2004 e 2026, para deputada federal, deputada estadual, prefeita e vice-prefeita. Ela foi eleita 2 vezes: deputada estadual em 2022 e 2014. A maior votação foi em 2014, para deputada estadual por PE: 42.101 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por PE, declarou R$ 408 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 200 mil de doações privadas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 252 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 105 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 50 mil) e serviços contábeis (R$ 30 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,1 milhão em 2022 e R$ 1,1 milhão em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Maria do Socorro Holanda Muniz Falcão do Espirito Santo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Socorro Pimentel declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeita em Araripina (PE) em 2012, deputada estadual por Pernambuco em 2014, 2018 e 2022, e deputada federal por Pernambuco em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 408 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 200 mil de doações privadas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 252 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 105 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 50 mil); R$ 158 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 1,1 milhão em gastos; em 2018, R$ 1,1 milhão em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.