- Materiais impressosR$ 1,3 milhão53,6%
- Serviços de terceirosR$ 500 mil20,3%
- Publicidade por adesivosR$ 229 mil9,3%
- Militância e mobilização de ruaR$ 41 mil1,6%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 200 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 373 mil15,1%
Daniel Coelho (PSD) ficou como suplente de deputado federal por Pernambuco em 2026, com 59.976 votos, pelo resultado oficial do TSE. Daniel Coelho (Daniel Pires Coelho) disputou 10 eleições entre 2004 e 2026, para deputado federal, prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2018 e 2014; deputado estadual em 2010; vereador de Recife em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Recife/PE: 245.120 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 113,8 milhões empenhados em 65 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 37 municípios; 92% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por PE, declarou R$ 2,5 milhões em receitas: R$ 2,3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 234 mil de outros recursos do partido e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2,5 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1,3 milhão), serviços de terceiros (R$ 500 mil) e publicidade por adesivos (R$ 229 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 7,8 milhões em 2024 (43% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 2,9 milhões em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Daniel Pires Coelho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Daniel Coelho declarou receitas e gastos ao TSE em 9 campanhas: vereador em Recife (PE) em 2008, deputado estadual por Pernambuco em 2010, prefeito em Recife (PE) em 2012, 2016 e 2024, e deputado federal por Pernambuco em 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,5 milhões em receitas: R$ 2,3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 234 mil de outros recursos do partido e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2,5 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1,3 milhão) e serviços de terceiros (R$ 500 mil); R$ 2,1 milhões já foram pagos. Em 2024, 43% dos R$ 7,8 milhões em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2022, 53% dos R$ 2,9 milhões em gastos contratados foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Daniel Coelho teve R$ 113,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 65 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 37 municípios. Já foram pagos R$ 104,6 milhões (92%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Encargos Especiais (57%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Recife, São José da Coroa Grande e Vicência. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 68,4 milhões em 23 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 45,3 milhões em 42 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 18,8 milhões | R$ 18,2 milhões | 97% | 3 | 3 |
| 2022 | R$ 18,4 milhões | R$ 18,2 milhões | 99% | 6 | 14 |
| 2021 | R$ 15,9 milhões | R$ 15,7 milhões | 99% | 6 | 10 |
| 2020 | R$ 15,3 milhões | R$ 15,2 milhões | 99% | 8 | 9 |
| Legislatura 2019 a 2022 | R$ 68,4 milhões | R$ 67,3 milhões | 98% | 23 | 19 |
Funções que mais receberam (2019 a 2022)
Municípios que mais receberam (2019 a 2022)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.