- Serviços de terceirosR$ 527 mil28,9%
- Materiais impressosR$ 516 mil28,3%
- Serviços advocatíciosR$ 141 mil7,7%
- Publicidade por adesivosR$ 104 mil5,7%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 300 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 534 mil29,3%
Guilherme Uchoa Junior (PSD) foi eleito deputado federal por Pernambuco em 2026, com 98.569 votos, pelo resultado oficial do TSE. Guilherme Uchoa Junior (Guilherme Aristoteles Uchoa Cavalcanti Pessoa de Melo Junior) disputou 5 eleições entre 2004 e 2026, para deputado federal, deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2026 e 2022; deputado estadual em 2018. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por PE: 98.569 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por PE, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 2,3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 49 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 527 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 516 mil) e serviços advocatícios (R$ 141 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,1 milhão em 2022 (52% com publicidade por materiais impressos) e R$ 620 mil em 2018.
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A votação de Guilherme Aristoteles Uchoa Cavalcanti Pessoa de Melo Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Guilherme Uchoa Junior declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Pernambuco em 2014 e 2018, e deputado federal por Pernambuco em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 2,3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 49 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 527 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 516 mil); R$ 1,2 milhão já foram pagos. Em 2022, 52% dos R$ 1,1 milhão em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, 40% dos R$ 620 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.