Charlles de Tiringa (PSB) ficou como suplente de deputado federal por Pernambuco em 2026, com 35.162 votos, pelo resultado oficial do TSE. Charlles de Tiringa (Charlles Rekson Barboza de Lima) disputou 2 eleições entre 2022 e 2026, para deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por PE: 41.497 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por PE, declarou R$ 629 mil em receitas: R$ 316 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outros recursos do partido, R$ 8 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual) e R$ 300 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 408 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 103 mil), locação de imóveis (R$ 84 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 35 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2022, já encerrada, gastou R$ 105 mil.
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Evolução da votação nas eleições
35.162 votos em 2026 · 2 eleições
A votação de Charlles Rekson Barboza de Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 629 mil em receitas · R$ 408 mil em gastos contratados
Charlles de Tiringa declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Pernambuco em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 629 mil em receitas: R$ 316 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outros recursos do partido, R$ 8 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual) e R$ 300 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 408 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 103 mil) e locação de imóveis (R$ 84 mil); R$ 27 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 105 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Receitas em 2026R$ 629 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 408 milcontratados, parcial; R$ 27 mil pagos
Gastos em 2022R$ 105 milcampanha encerrada; tudo pago
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal · 2026SUPLENTE35.162GPE · 51 anos · Parda · Ensino médio completo · Empresário · PSB · nº 4088 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Federal · 202241.497não eleitoGPE · 47 anos · Parda · Ensino médio completo · Empresário · PRTB · nº 2800 · ver resultado completoprestação de contas
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.